Amarração de Carga – Cordas Pampa

AMARRAÇÃO DE CARGA

Corda Poliéster AT – Trançada

Especialmente desenvolvida para amarração de cargas, as cordas de Poliéster de alta tenacidade possuem características superiores as cordas encontradas no mercado.

  • Alta resistência
  • Alta durabilidade
  • Baixo alongamento
  • Ótima resistência aos raios ultravioletas
  • Absorção de umidade praticamente nula
  • Excelente resistência a abrasão
  • Excelente desempenho a fadiga
  • 100% virgem – Poliéster alta tenacidade

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Corda especial para amarração de carga em poliéster alta tenacidade

Diâmetro Resistência (kgf) Metros por Kg Metros por Rolo Peso do Rolo
8,0 mm 1.500 – kgf 22,0 m 110m 5.0 kg
8,0 mm 1.500 – kgf 22,0 m 220m 10 kg
10,0 mm 1.750 – kgf 15,7 m 110m 7.0 kg
10,0 mm 1.750 – kgf 15,7 m 220m 14.0 kg

Princípios básicos sobre amarração

A amarração correta da carga ao veículo de transporte é requisito fundamental de segurança no Transporte Rodoviário de Cargas. Isso pressupõe que as cargas estejam fixadas de modo a prevenir movimentos relativos durante todas as condições de operação esperadas durante a viagem, como por exemplo: manobras evasivas, curvas e frenagens.

O sistema de amarração da carga deve ser suficientemente eficiente para impedir que a carga não seja arremessada para fora do veículo ou ainda para impedir qualquer deslocamento que provoque alterações na distribuição de pesos no veículo ou afete a sua estabilidade.

As boas técnicas de transporte indicam que a carga deve estar ancorada no veículo e que essa ancoragem deve ser capaz de suportar as seguintes forças, em uma condição normal de pista e velocidade:

– Para frente: 80% a 100% do peso da carga; – Para as laterais e traseira: 50% do peso;- Para cima: 20% do peso.* (+ no Brasil!)

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Métodos de fixação de carga

Principais métodos de amarração da carga em veículos:
Imagem Característica
005  a) Fixação Envolvente (tie-down): onde o objeto é forçado contra o piso do veículo, aumentando sua capacidade restritiva através do aumento da força de atrito entre as superfícies;
006  b) Fixação Direta em contenedores específicos, que retém a carga diretamente em suas estruturas, como carroceria basculante, tanque, etc;
006 b) Fixação Direta em contenedores específicos, que retém a carga diretamente em suas estruturas, como carroceria basculante, tanque, etc;
008 d) Fixação Direta através de dispositivos de fixação, como correntes, cabos de aço, cordas, cintas de nylon, locks de conteiner, onde a amarração da carga é feita diretamente na estrutura do veículo ou de sua carroceria.
O peso próprio da carga pode colaborar com a força necessária através do atrito com o piso da carroceria. Essa técnica está presente no sistema de fixação envolvente (tie-down). A força de atrito é proporcional ao peso e ao coeficiente de atrito entre o piso e a carga, conforme equação:
Forças de atrito

O peso próprio da carga pode colaborar com a força necessária através do atrito com o piso da carroceria.

Essa técnica está presente no sistema de fixação envolvente (tie-down).

A força de atrito é proporcional ao peso e ao coeficiente de atrito entre o piso e a carga, conforme equação:

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No sistema de fixação envolvente:

A Força Normal “N” é a soma do peso da carga (NW) + a força de retenção (NL) proporcionada pelo sistema de amarração, que puxa a carga contra a carroceria.

Portanto: N = NW + NL
A força de retenção NL dependerá do ângulo de aplicação do sistema de fixação conforme ilustrado.

A outra variável da equação é o coeficiente de atrito entre as duas superfícies.

Alguns valores do coeficiente de atrito estão na Tabela.

Tabela 1 : Coeficientes de Atrito Típocos

Aço oleado sobre aço Aço Liso sobre aço Aço liso sobre madeira Aço Liso sobre manta de borracha Aço corrugado sobre madeira
0.01 – 0.1 0.1 – 0.2 0.3 – 0.4 0.6 – 0.7 0.6 – 0.7

Por exemplo, para o contato aço liso–madeira, podemos considerar como coeficiente de atrito 0,4.
Já no caso do contato metal-metal com a presença de óleo ou graxa entre as superfícies o coeficiente pode ser tão baixo quanto 0,01.

No sistema Fixação Direta através de dispositivos de fixação, a diferença entre a força necessária para ancoragem e a força de atrito da carga com o piso, deve ser adicionada pelo sistema de fixação.

Por exemplo: para transportar uma máquina de peso W=50 tons de forma segura, é preciso uma capacidade de contenção lateral de 0.5×50 = 25 tons. A força de atrito (para metal-madeira) com o próprio peso da máquina fornecerá: 0.4×50 tons = 20 tons.

Portanto, o sistema de amarração deverá suprir o sistema em 25 – 20 = 5 tons, distribuídas pelas correntes, cintas ou cabos existentes. (obs.: deve ser considerado o ângulo de atuação da amarração para verificar sua real capacidade de contenção).

Já no caso de piso com chapa de aço, o coeficiente de atrito (metal-metal molhado), pode ser de apenas 0,1.

Nesse caso o peso próprio forneceria apenas 5 tons (0,1×50) de força de atrito. O restante para as 25 toneladas necessárias teria que ser fornecido pelo sistema de contenção lateral.

Rubem Penteado de Mello é consultor especializado em Amarração de Cargas.
FONTE: Guia do TRC

Fique atento: Foi publicada dia 18 de setembro 2015, no Diário Oficial da União, a resolução 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamentada a amarração de cargas no País. Apesar de a regulamentação ter demorado 18 anos (ela estava prevista no Código de Trânsito Brasileiro desde 1997), o Contran deu ainda um bom prazo para o mercado se adaptar às novas regras. Só a partir de 1º de janeiro de 2017, que todo veículo (carroceria ou carreta) fabricado no País terá de contar com os dispositivos de amarração previstos na resolução. E os donos dos veículos que já estão em circulação e dos que forem fabricados até 31 de dezembro de 2016 terão de se adaptar até 1º de Janeiro de 2018.

Para que você utilize sua corda sem riscos é necessário que você tenha alguns cuidados especiais, isso garantirá que o produto tenha uma melhor durabilidade e funcionalidade, entre no link abaixo e confira todas as informações.


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